Baleias com mais de 1.000 BTC atinge recorde não visto há mais de 2 anos

Enquanto a expectativa para o halving continua grande, o número de baleias do BTC também não para de crescer. Conforme observado na redução de 2016, as baleias continuam estocando o criptoativo. Atualmente indivíduos e empresas que possuem mais de 1.000 unidades do ativo digital está em uma alta não vista há mais de 2 anos.

De acordo com o site de monitoramento de criptoativos Glassnode Insights, as baleias do Bitcoin aproveitaram a brecha antes e durante a queda dos últimos dias para acumular mais BTC. Cerca de 1.840 endereços possuem 1.000 Bitcoins ou mais. 
Contudo, essa não é a primeira vez que o fato acontece. Conforme mencionado acima, em 2016 houve um movimento parecido, pois o ano começou com 1.700 baleias. Todavia, durante o período mais próximo do halving, o BTC conseguiu ver 2.000 baleias em sua cola. Em contraste, nos meses que sucederam a redução, o número de baleias diminuiu.

“A última vez que vimos esse número de baleias durante uma fase de acumulação foi no início de 2016. Esse padrão se torna interessante quando o comparamos com o último halving”, observou o relatório.

Ainda de acordo com o site Glassnode, os grandes players enxergam esse momento ideal para cumular Bitcoin, mesmo com a crise do COVID-19. Ou seja, acreditam que há mais espaço para crescimento. Ademais, é a hora de pensarmos no que se passa pela cabeça das baleias já que elas são as responsáveis por moldar o comportamento do mercado. A dúvida sobre o halving permanece de pé: o Bitcoin verá um grande mar de sangue ou uma nova máxima histórica?

Logo após o último halving, o BTC teve um aumento significativo que o fez alcançar a marca de US$20.000. Contudo, a queda foi tão forte que espantou muitos do mercado. Sendo assim, as baleias podem esperar que as sardinhas acompanhem seus movimentos e comprem mais Bitcoin para que elas possam vender com altos lucros após a redução, pois depois da última alta, a diminuição da quantidade de baleias foi grande, resultando em um despejo de preços.

Atualmente o mercado de criptoativos está sendo operado no vermelho com o Bitcoin perdendo mais de 5% nas últimas 24h. Dessa maneira, a recuperação sentida nos últimos dias do crash de março, se mostra ainda muito vulnerável.

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