China faz a rede do Bitcoin ficar mais lenta

O governo chines não para de intensificar sua repressão contra a mineração de Bitcoin. Logo após o  vice-premiê chinês Liu He pedir essa repressão para evitar a transmissão de riscos individuais para o campo social, as autoridades impuseram penalidades para qualquer atividade relacionada aos criptoativos. Isso fez com que a dificuldade de mineração do Bitcoin diminuísse 16% no último domingo (30). 

Essa foi a maior correção da dificuldade de mineração que o BTC passou em 2021 até agora. De fato, esse cenário causa um pavor nos usuários do ativo digital. Afinal, quanto maior a dificuldade de mineração, mais a rede fica segura. Além disso, essa queda faz com que o tempo médio para a validação de bloco aumente. Atualmente, a média está na marca de 11 minutos e 55 segundos. A níveis comparativos, em 13 de maio a média era de 8 minutos e 14 segundos.

China e sua força na mineração de Bitcoin

A China é o maior polo de mineração de Bitcoin. Cerca de 75% dos mineradores estão concentrados no país asiatico. Isso porque a China fabrica a maioria dos equipamentos de mineração do mundo. Além disso, o preço da energia é muito baixo na região.

Mineradoras estão parando de vender máquinas para clientes na China

“Apoiaremos ativamente todos os tipos de leis e regulamentos do país para evitar riscos regulatórios”, disse HashCow, uma das maiores mineradoras de Bitcoin do mundo.

BTC.TOP, outra grande mineradora de Bitcoin, pretende abandonar o país

“Em seguida, iremos minerar principalmente na América do Norte. Não vale a pena correr o risco regulatório”, disse Jiang Zhuoer, CEO da mineradora.

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