Como a China fica após o halving do Bitcoin?

Certamente você já ouviu falar de como o hash do Bitcoin diminuiu logo após o halving do criptoativo. Além disso, os mineradores também foram impactados, pois, perderam 17% de sua receita quando a redução aconteceu. Contudo, um polo muito importante do mercado, a China, não pode deixar de ser analisado nessa arena.

O país asiático é sem dúvida um dos principais centros do Bitcoin. Só para exemplificar, é um local ideal para a mineração do ativo digital, pois tem um gasto de eletricidade baixo. Por ser uma localidade tão importante para o criptoativo rei, é natural que ele receba muita atenção.

Logo após o preço do BTC ultrapassar a marca de US$10.000, a estação central de televisão da China publicou um artigo sobre o halving do ativo digital. Assim sendo, o interesse pelo criptoativo se mostrou renovado. Contudo, há uma crença de que esse impulso tenha vida curta.

Investidores chineses e seu interesse em shitcoins

Muitos investidores chineses entraram no meio blockchain com esperanças de ganhar espaço no halving do Bitcoin. De fato, o mercado já viu entradas como essa quando o BTC alcançou a marca de US$20.000. Sendo assim, já está vacinado para saber que elas são uma faca de dois gumes. Apesar de trazerem um impulso para o ativo digital, esses investidores são perigos no longo prazo.

Por não terem uma boa base, os iniciantes investem em criptoativos que não valem nada e não representam nenhum fundamento. Dessa forma, perdem dinheiro e o mercado blockchain fica com uma reputação ruim frente ao mercado tradicional.

Mineração na China

De acordo com os dados oferecidos pelo f2pool, Bitmain e Whatsminer, ambas sediadas na China, lideram o grupo de mineradores. O modelo S19 da Bitmain, por exemplo, tem se mostrado o favorito entre os mineradores. Isso é importante para o mercado chinês, pois o pools de mineração que conseguirem se destacar ganharão os clientes internacionais.

Logo após o halving do Bitcoin, a mineração do criptoativo passou a exigir máquinas mais poderosas para que ele possa ser extraído. A posição da Bitmain e Whatsminer mostra como as duas estão capacitadas para combater seus concorrentes.

A China de fato se destaca entre os grandes modelos de mineração de Bitcoin. Sem dúvida, sua energia barata contribui fortemente para isso. Ademais, conta com as duas maiores produtoras do criptoativo para ajudá-la nessa caminhada. Logo podemos ver porque o país asiático domina o hash do BTC e vemos como essa trajetória demorará a ser vencida por qualquer outro país.

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