Ethereum

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A fim de compreender inteiramente o Ethereum, o que ele faz e como ele consegue iminentemente atingir nossa sociedade, é necessário entender quais são suas grandes características e como elas diferenciam de comportamentos padrão.

Num primeiro ponto Ethereum é um modelo descentralizado, o que significa que não é comandado por nenhuma entidade reguladora. A maior parte absoluta das atividades na Internet, empresas e negócios são construídos em um modo de governo centralizado. Esse tratamento tem sido usado há centenas de anos e, ainda que historicamente tenha demonstrado repetidas ocasiões que ela é imperfeita.

Um comportamento centralizado significa controle de uma organização única, mas também significa um único ponto de falha, o que torna os programas e os servidores on-line que usam esse sistema bastante vulnerável a ataques de hackers e até a quedas de energia. Além disso, a maior parte das redes sociais e demais servidores on-line necessitam que os clientes permitam pelo menos algum grau de informação pessoal, que são armazenadas em seus servidores. De lá, ele consegue ser simplesmente furtado pela própria empresa, por empregados ladrões ou hackers.

O Ethereum é organizado no protocolo do Bitcoin e na sua configuração Blockchain, porém é ajustado a fim de que programas além dos sistemas monetários consigam ser suportados. A única igualdade entre os dois Blockchains é que eles mantêm históricos inteiros de transações de suas respectivas cadeias, mas o Blockchain do Ethereum faz muito do que isso.