G20 Quer evitar o uso de Criptomoedas para Lavagem de Dinheiro!

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Os países membros do G20, os vinte países mais ricos do mundo, participarão de uma reunião para discutir o regulamento internacional contra a lavagem de dinheiro utilizando criptomoedas no mundo. A reunião será realizado nos dias em 8 e 9 de junho em Fukuoka, Japão, conforme noticiado pela agência de notícias local Kyodo.

G20 e a luta contra a lavagem de dinheiro

De acordo com o relatório e os planos oficiais, os presidentes dos bancos centrais de países que fazem parte do G20 e os ministros das Finanças estarão presentes na reunião, concentrados em estabelecer uma estrutura que combata a lavagem de dinheiro com criptografia e o financiamento do terrorismo.

Além disso, o relatório observa que “foi revelado” em 4 de abril que os países devem chegar a um acordo sobre novas regulamentações durante esta reunião. O principal objetivo por trás do acordo é o anti-anonimato, ou seja, o grupo está aparentemente buscando formular um KYC mais rigoroso para indivíduos que realizam transações em criptografia no momento da transação, para manter o fluxo de ativos transparente.

A Europa vem sofrendo ataques sistemáticos de segurança, especialmente em bancos públicos onde a vulnerabilidade é bem maior que nos bancos privados. Segundo um relatório do Fórum Econômico Mundial, revelado em janeiro, a facilidade encontrada pelos hackers em lavar o dinheiro é o principal incentivo para a onda de ataques.

Bitcoin e G20

Alguns especialistas em criptografia, temem que os seguidos ataques, possam comprometer o bom desempenho que as criptomoedas estão tendo neste inicio de 2019.  80% das criptomoedas estão se recuperando e com boas previsões altas nos próximos 6 meses, já se especula Bictoin a US$ 12.000 até setembro.

Em dezembro passado, os países do G20 já pediram “um sistema de tributação para os serviços de pagamento eletrônico transfronteiriço ” e uma regulamentação para combater a lavagem de dinheiro. Segundo relatos, os países membros considerariam a questão da reunião deste ano “ quando o Japão um dos mais vulneráveis aos ataques, vai ser o presidente da cúpula.”

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