Outros bancos centrais avaliam a criação de moedas virtuais!

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Como já foi abordado em um artigo anterior, bancos centrais pelo mundo todo estão buscando introduzir a tecnologia das criptomoedas, pois entendem que as transações financeiras irão sofrer uma grande mudança no futuro. Em função disso, já há projetos prontos a serem lançados no mercado.

Seguindo essa linha, outros bancos centrais estão dispostos a começarem a pesquisar sobre a tecnologia blockchain e a introduzir essa inovação tecnológica no sistema financeiro convencional. A ideia vem ganhando força no território europeu.

Recentemente, o ministro das finanças e vice-chanceler da Alemanha, Olaf Scholz, disse ser a favor da moeda digital nacional. “Esse sistema de pagamento seria bom para o centro financeiro da Europa e sua integração no sistema financeiro mundial”, afirmou Scholz no final da semana passada. “Não devemos deixar o campo para a China, Rússia, EUA ou quaisquer fornecedores privados”, acrescentou Scholz.

Além da Alemanha, a suíça parece estar interessada também em desenvolver o seu projeto. O banco central da Suíça, o Swiss National Bank (SNB) e o Bank for International Settlements (BIS), considerados o banco central dos bancos centrais, estão juntos explorando uma moeda digital baseada em blockchain.

O SNB anunciou a notícia na terça-feira (08/10), dizendo que assinou um acordo operacional com o BIS para abrir um centro de hub na Suíça, que realizará pesquisas sobre o projeto de moeda digital.

Essa nova forma de dinheiro do banco central digital visa facilitar a liquidação de ativos tokenizados entre instituições financeiras”, afirmou o SNB.

Não são todos que gostaram da ideia.

Apesar do projeto de criptoativos ganhar cada vez mais força, não são todos os bancos centrais pelo mundo que enxergam nesse novo sistema, uma oportunidade de melhorar as transações financeiras ao nível nacional.

O Banco Central da Federação Russa não está interessado em emitir uma moeda digital nacional. Elvira Nabiullina, chefe do banco central russo, disse que o regulador estuda um tópico sobre moedas digitais, mas não vê necessidade óbvia de emitir uma criptomoeda nacional. Nabiullina fez as declarações em um fórum na quinta-feira, conforme noticiado pela agência de notícias russa TASS.

Não apenas por razões tecnológicas, mas também porque é (difícil) realmente estimar quais vantagens a moeda digital nacional dará, por exemplo, em comparação com os pagamentos eletrônicos não monetários existentes. Existem muitos riscos e as vantagens podem não ser óbvias o suficiente ”, acrescentou Nabiullina.

Curiosamente, em junho, Nabiullina disse que o banco central estava pensando em lançar uma moeda digital, embora esse projeto “não possa ser realizado imediatamente”. Com as observações de hoje, essa ideia parece ter sido abandonada.

Sendo assim, podemos perceber que existe sim a preocupação do atual sistema financeiro em atualizar a sua capacidade de transacionar valores financeiros para melhorar a integração ao nível internacional. A partir do momento que bancos centrais pelo mundo aceitam cada vez mais a tecnologia blockchain, é inegável o seu valor para o futuro da economia internacional.

Mesmo com algumas resistências, a tecnologia das criptomoedas vem se consolidando gradualmente em todo o território internacional. É questão de tempo até todo o sistema ganhar mais eficiência e ser implementado em toda a sociedade, promovendo a liberdade por meio de um sistema que não precisará respeitar divisão territorial ou qualquer tipo de situação política.

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