Regulamentar as criptomoedas é um bom negócio? Entenda melhor essa situação!

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Há alguns dias surgiram notícias sobre o envolvimento das criptomoedas com a política e a sua possível regulamentação frente ao estado. Essas notícias vão ao encontro sobre, não somente da possibilidade de regulamentar de fato, mas também o quanto isso seria benéfico para pessoas que já fazem uso do sistema de criptoativos.

Afinal, regulamentar seria algo interessante para a sociedade como um todo? Seria possível pensar que há mais vantagens do que desvantagens em relação a isso? Qual o real interesse do estado sobre essas atividades financeiras? Nesse artigo, discorreremos sobre o assunto para que você possa se posicionar de maneira mais correta. Veja!

O envolvimento que já existe entre criptomoedas e a politica

Notícias recentes dão conta que há uma aproximação de políticos para com o mercado de criptomoedas. A candidata ao congresso americano Agatha Barcelar é um exemplo bem claro sobre isso. Em sua campanha ela conseguiu arrecadar US$41.681 em criptomoedas. No entanto, Bacelar pretende arrecadar perto de 1 milhão de dólares até o fim da campanha e, tem como base política, a defesa dos criptoativos dentro do congresso norte-americano.

Outro fato interessante que surgiu recentemente é da vontade do governo ucraniano atual em regularizar o uso de criptomoedas dentro do seu território nacional. Todo esse movimento tem a liderança do atual vice-ministro de informação digital, Mikhail Fedorov. Ele, acompanhado do atual presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, tem o intuito de não somente modernizar a estrutura estatal, como também combater fraudes e casos de corrupção em todo o país.

O “real” interesse do estado sobre as criptomoedas

Quem já companha política há algum tempo sabe exatamente qual é o verdadeiro interesse do estado sobre o mercado de alticoins. Todos os políticos dizem que tem a intenção de modernizar as relações financeiras e estão pensando no bem-estar social.

A verdade é que o interesse é somente um: arrecadação de impostos. As transações financeiras sobre os criptoativos começam a movimentar valores realmente altos e, como os estados necessitam do dinheiro dos impostos para sobreviver, regulamentar essa atividade parece algo realmente interessante para organizar as contas públicas.

Portanto, regulamentar as atividades de movimentação financeira, mesmo com o momento de grande desvalorização do bitcoin e demais criptomoedas, ainda é um “negócio interessante” para manter privilégios políticos.

Há vantagens na regulamentação?

Contudo, mesmo havendo esse interesse escuso do estado sobre o mercado das moedas virtuais, a regulamentação pode sim trazer benefícios a sociedade. Com um território nacional engajado na nova tecnologia, haverá espaço para a inovação e, consequentemente, a geração de novos empregos dentro do setor tecnológico.

Além disso, haverá sim a modernização de serviços que tanto o setor privado como setor público podem oferecer. Com uma maior eficiência nas transações financeiras, teremos uma agilidade maior na tomada de tempo de serviços simples que dependem da questão de agilidade financeira para funcionarem de maneira correta.

Há também a questão de setores ligados a tecnologia que irão se beneficiar de maneira indireta sobre a evolução do sistema. Setores como segurança da informação, por exemplo, poderão se beneficiar do desenvolvimento da tecnologia blockchain para melhorarem seus serviços oferecidos a sociedade.

Sendo assim, é inegável que há sim possibilidades de grandes vantagens para a regulamentação do mercado de criptoativos a sociedade atual. Entretanto, é muito importante perceber o verdadeiro interesse estatal sobre essas regulamentações. A verdade, é que a grande maioria dos políticos está interessado nos valores movimentados e gostariam de ter acesso a esse dinheiro por meio de impostos.

Em função disso, é necessário estar atento a discursos políticos e não deixar esses “servidores” públicos taxarem de maneira deliberada apenas para satisfazer suas necessidades pessoais sem que isso possa gerar algo de satisfatório a toda a população.

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